Vereador alega que papelada de entidade suspeita estava regular em 2023 e descarta vínculo com alvo de investigação

O escândalo envolvendo a suspensão de repasses à instituição Revisa ainda repercute na política local. O vereador Marquinhos Rodrigues usou a palavra para esclarecer as afirmações do vereador Toninho da Farmácia. Este último havia lembrado que o título de utilidade pública da associação, aprovado há três anos, foi de autoria de Marquinhos.
Marquinhos Rodrigues, em sua defesa, alegou que a concessão foi baseada unicamente em critérios técnicos e burocráticos. De acordo com o parlamentar, quando o projeto foi aprovado em 2023, a entidade atendia a todas as exigências legais e mantinha sua documentação em perfeita ordem, não havendo qualquer impedimento para que os vereadores indicassem o projeto.
O parlamentar também contestou a conexão com a servidora municipal implicada nas acusações e que dirige a Revisa. Marquinhos declarou de maneira enfática que não possui ligação pessoal com a investigada, destacando seu passado como ex-servidora da Câmara de Betim antes de ser nomeada pelo Poder Executivo. O caso ainda está sendo investigado administrativamente, e a tensão aumentou entre os parlamentares.







